Ata de nº 08.2021 do
Conselho Municipal de Políticas Culturais de Palhoça (CMPC)
Aos trinta dias do mês de setembro de dois mil e vinte
um às vinte horas reuniram-se virtualmente https://meet.jit.si/ReuniaoExtraordinariaCMPCPH, com a seguinte ordem do dia: a) Aprovação da ata da
reunião anterior; b) Retorno dos pontos discutidos na reunião anterior; c) LOA;
d) Diretrizes setoriais; e) Lei Aldir Blanc; f) Informes gerais. Saiu os seguintes
encaminhamentos:
a) Aprovação da ata da reunião anterior – foi aprovado
a ata da reunião anterior e o Presidente conclamou os conselheiros a fazer um
esforço para não faltar as reuniões ordinárias, também as extraordinárias do
colegiado. Se porventura o titular não puder comparecer, que faça uma
articulação com o conselheiro suplente.
b) Retorno dos pontos discutidos na reunião anterior –
Eder repassou que encaminhou ofício ao presidente da fundação para apresentar
suas propostas para compor a LOA de 2022, não obteve resposta. Com isso,
solicita aos conselheiros aprovação de convite ao presidente do órgão gestor de
cultura para se fazer presente na próxima reunião ordinária do conselho para
tirar dúvidas e apresentar sua proposta orçamentária para o ano que vem, foi
aprovado por todos.
c) LOA – considerações apresentadas pelos conselheiros
que a FMEC, organize cursos ou palestras sobre atuação dos conselheiros. E que
a linguagem de divulgação se dê forma mais clara pois, os artistas não conhecem
essas siglas e sua importância para alocar recursos que servirão para executar
projetos no ano seguinte.
d) Diretrizes setoriais – Eder pede ainda aos
conselheiros que é de extrema importância que as setoriais se organizem e
apresentem propostas para seus setores. Que façam um raio X da realidade que se
encontra principalmente o que cada área precisa como: desafios, metas e
expectativas para se desenvolver cada vez melhor. Ou seja, um projeto de futuro
para os diversos setoriais presentes dentro do município. Isso será uma
primeira iniciativa para construção do plano municipal de cultura que norteará
a atuação da prefeitura para execução dos projetos. Destaca o presidente que
cada setor é livre para se organizar do jeito que achar melhor e usar o método
mais adequado e que achar mais fácil de organizar e produzir seus planos e suas
demandas e que tudo isso seja protocolado no e-mail do conselho para entrar na
pauta de discussão e aprovação.
e) Lei Aldir Blanc – Foi levantado um problema
recorrente não só nos últimos editais, mas, o que gera indignação que esses últimos
são remanescentes de auxílio e não de fomento. E que exigem muito dos
proponentes. O que mais pesa são as punições, quando o edital proíbe a participação
por cinco anos em alguns caso de participar de projetos públicos no caso de não
prestação de contas ou prestação irregular e o pior ainda mesmo se o proponente
devolver o recurso que não conseguiu executar pelo excesso de exigências. Nesse
ponto deveríamos articular com o judiciário para pedir a inconstitucionalidade
desses artigos, ainda que de forma colaborativa porque nossa missão é
fiscalizar, fica reflexão para debates futuros. Frente a tantos problemas, Eder
solicitou aos conselheiros que colabore e auxilie os seus respectivos colegas
nas setoriais que enfrentam dificuldades na inscrição pois, o objetivo maior é
que o recurso chegue na ponta e que consigamos driblas essas dificuldades mais
burocráticas.
f) Informes gerais – Por fim o presidente deixou livre
para que cada conselheiro divulgasse seus projetos e considerações a cerca de
sua organização ou setorial. E o pediu mais uma vez que os conselheiros se
esfossem para não faltar as reuniões assim, evitar o quórum do conselho e fazer
uso da ferramenta disponível que nas impossibilidades o conselheiro suplente
possa se fazer representar.
Sem mais, eu Ademir Bussolo, lavrei a presente ata a
convite do presidente deste colegiado Eder Sumariva Rodrigues. Palhoça, 30 de setembro
de 2021.
Nenhum comentário:
Postar um comentário