Resolução 01/2016




RESOLUÇÃO: 001/2016

O Presidente do Conselho Municipal de Políticas da Cultura de Palhoça, no uso de suas atribuições legais, e considerando as disposições da Lei Municipal nº 1880/2004, e por esta Resolução resolve:
 Art. 1º - Solicitar ao Poder Executivo Municipal de Palhoça, estabelecer “Termo de Parceria Público Privada” entre a Faculdade Municipal de Palhoça e o Conselho Municipal de Políticas da Cultura de Palhoça, objetivando a Prestação de Consultoria Universitária para Pesquisa, elaboração e Acompanhamento da Construção do Plano Municipal da Cultura, coordenada por este Conselho.
Art. 2º - Esta resolução entrará em vigor na data de sua publicação.


Palhoça/SC, 15 de fevereiro de 2016.
Ademir Bussolo
CMPC

Presidente Conselho Municipal de Políticas da Cultura de Palhoça













Relatório Oficina para Auto Declaração dos Pontos de Cultura em Palhoça.

Relatório Circunstanciado Oficina Pontos de Cultura
Segue Passo-a-passo, do link abaixo para cada ponto de cultura fazer seu cadastro. Leia o relatório depois do Print, maiores informações de quem pode ser ponto de cultura e quem pode proceder com o cadastramento.
Tudo começa assim: (segue o passo a passo do site abaixo):
http://culturaviva.gov.br/ 



Relatório Circunstanciado Oficina Pontos de Cultura
Conselho Municipal de Políticas Culturais de Palhoça - CMPC
Relatório Circunstanciado da Oficina de Orientação sobre Pontos e Pontões de Cultura e Procedimentos para cadastramento na Plataforma Cultura Viva do Ministério da Cultura, realizado no dia 20/06/2016 das 19 horas às 22 horas no espaço “Centro de Referencia do Idoso de Palhoça no Bairro Caminho Novo, ministrado pelo Alexandre Gouveia Martins, da representação do MinC em Florianópolis.
Breve comentário:
O Plano Nacional de Cultura, começou a ser construído a partir da gestão do então ministro da cultura Gilberto Gil, para substituir a tão ultrapassada, obsoleta e sem fiscalização Lei Rouanet que tem como objeto a renúncia fiscal de grandes empresas, onde elas é quem definem onde vão doar para depois deduzir do imposto devido.
Gil, traz um novo olhar para dentro do MinC, para este ser um ministério que cuida dos Direitos Culturais e não apenas mediador dos repasses que muitas vezes não são bem distribuídos e como são definidos direto pelas empresas com os produtores que tem acesso a elas, acaba não chegando para quem realmente precisa de financiamento.
1ª ETAPA
Nessa nova visão, Pontos de Cultura são todos nós que de forma ou de outra produz cultura ou tem algum tipo de atividade voltados para a cultura, ficando assim, claro que o ministério tem de fomentar iniciativas de “Cultura Popular”, onde realmente a população terá acesso a essa tal cultura. Como: vinculando entidades através de editais de Cultura. Hoje chega a marca de 4.500 pontos nacionalmente e cerca de 75 pontos no estado de Santa Catarina e não para de crescer, Palhoça não tem nenhum até o momento, mas a partir de agora já passaremos a contar no mapa por que cada um de nós presente aqui pode cadastrar o seu ponto e marcar território o que nos garante credencial para participar dos editais e barganha para pleitear mais recursos para nossa região.
O atual sistema gera muita burocracia, o chamado convênio público, e dificuldades de fiscalização. Os Pontos de Cultura, não é trabalho da secretária nos município, é papel da sociedade e de seus agentes de cultura criar atividades e projetos e cadastra-los, e é tarefa do estado fomentar e pensar Políticas Públicas para viabilizar estas atividades, a forma de vinculo dos Pontos de Cultura é um (TCC – Termo de Compromisso dos Trabalhos Culturais), simplifica tudo não precisa fazer prestação de contas contábil da forma tradicional mas sim comprovar que realizou o projeto focando no OBJETO e no controle de despesas originadas daquele objeto (Atividades). Um ótimo exemplo é o “Teia Catarina”, que acontece no CIC, no final do mês de julho.
Lei Cultura Viva tira, o foco controle fiscal, é claro que precisa ser feito, mas o mais importante é prestar contas das Atividades (OBJETO).
2ª ETAPA
Plano de Trabalho - O interessante é que até trinta por cento do plano de trabalho pode ser mudado ou realocado conforme as necessidades do projeto, desde que seja na mesma atividade. e não precisa ficar pedindo autorização, além disso, quinze por cento esta previsto para custos administrativos.
3ª ETAPA
Auto Declaração – quem pode ser  Ponto de Cultura, quem for aprovado a partir do Termo de Compromisso de Trabalhos Culturais. Aqui o estado de Santa Catarina, tinha como pressuposto para distribuição de recursos e declarar pontos de cultura, a margem de pobreza, ou seja, o limite dessa margem é ridículo, pois, o estado é um dos que mais produz riqueza no Brasil. Entretanto, podem se tornar Pontos de Cultura Associações sem fins econômicos e de finalidade cultural, Grupos de Base, grupos de Jovens, qualquer igreja, APP de escolas ou colégios, Coletivos de amigos com atividade ou ações de cunho cultural, etc.
Coletivos, por exemplo: nem precisam ter CNPJ, bem como, diretórios acadêmicos, ainda, corais de faculdade ou bandas de garagem que resolvam se expor ao público.
A primeira coisa que a Plataforma traz a partir do cadastro é o reconhecimento como Ponto de Cultura, por isso não perca tempo e comece agora seguindo o Passo a passo supracitado.
E o mais importante é que a plataforma permite ser uma rede de relacionamentos, onde você pode usufruir de serviços de outros ali cadastrados e também se colocar a disposição para prestar serviços dentro de suas habilidades. Permite também, juntar-se com outros grupos articulando uma feira de produtos culturais produzidos por todos os pontos permitindo assim expandir a economia criativa e levar produtos de um lugar para outro fazendo uso do conceito de oferta e procura.
Outra facilidade é que você não precisa ser necessariamente do grupo ou atividade cultural você pode cadastrar esta iniciativa como amigo ou conhecido, ajudando assim a expandir a rede dos pontos de cultura.
De qualquer forma para receber recursos todos tem que estar cadastrados na plataforma garantindo transparência onde esta sendo investido recurso público por que qualquer um pode ter acesso e facilidade para prestação de contas das atividades desenvolvidas. Por isso, a não exigência da prestação contábil burocrática tradicional que foca somente no financeiro e esquece o principal o OBJETO / ATIVIDADES.
E ainda uma informação para que todos se agilizem e façam o cadastro urgentemente: o Fundo de Cultura possui um montante residual provenientes de juros e investimentos de mais ou menos três milhões, por isso em breve sairá um Prêmio, quem estiver cadastrado poderá participar de cotas que podem chegar até vinte e cinco mil reais distribuídos entre os pontos. Além disso, quanto mais pontos cadastrados se transforma em ferramenta de barganha para pleitear mais recursos com o governo.
Palhoça/SC, 20 de junho de 2016.

Sem mais, agradeço todos que compareceram.



Ademir Bussolo

Presidente | CMPC PALHOÇA

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